Cacem 2 - Caniçal 2 Parque Joaquim Vieira Campo 2 (relvado) – Cacém
Cacem 2 - Caniçal 2 Parque Joaquim Vieira Campo 2 (relvado) – Cacém Árbitro: Paulo Filipe (Algarve) Auxiliares Nuno Alvo e Nuno Afonso. CACEM Cabral, Sílvio, Luís Freitas (cap.), Paulo Jorge (Daniel 73’), Kadu, Mauro, Pedro Andrade, Hélder Clara, Baldé (Renato 54’), Filipe Afonso e Hélio Freitas (Pedro Augusto 65’). Treinador: Pedro Valido Suplentes não utilizados: Fábio e Fragata. CANIÇAL Cleiton, Celsinho, Rui, Jouber, Magalhães, Hipólito (cap.)(Valter, 68’), Alexandre, Quaresma (V. Cardoso, 87’), Afonseca, André Costa e Diego (Tony, 82’) Treinador: Prof. Luís Miguel Suplentes não utilizados: Nelson e Cláudio Disciplina: cartões amarelos a Pedro Andrade (26’), Filipe Afonso (29’), Alexandre (36’), Hipólito (60’) Mauro (67’), Magalhães (79’), Kadu (89’) e V. Cardoso (90+4’) Golo: André Costa (62’), Pedro Andrade (74’), Filipe Afonso (85’) e V. Cardoso (90+4’) Foi preciso esperar pelo tempo de compensação, para que a formação do Caniçal, arrancasse um ponto, que do mal o menos, mas que se ajusta em pleno ao que se passou neste encontro Não estando nos seus melhores dias, a equipa madeirense levou a água ao seu moinho, jogando em contenção e saindo em contra-ataque. Contudo, assistiu-se a um jogo algo incaracterístico, no primeiro tempo, que não agradou nem a gregos nem a troianos. No segundo tempo, melhorou substancialmente o desempenho das duas equipas, assistindo-se agora a um jogo mais vivo e interessante, com o Cacém a ter maior predominância atacante, que a defensiva madeirense ia anulando. Ao minuto 62, num contra-ataque, o Caniçal adiantou-se no marcador, com um golo de André Costa, bem posicionado no interior da área contrária. A resposta dos donos da casa não se fez esperar e, à passagem do minuto 74, igualou a contenda na sequência de um canto, num cabeceamento de Pedro Andrade. Assistiu-se então a uma maior predominância atacante dos donos da casa, que se adiantaram no marcador, a cinco minutos do fim, com um golo espectacular de Filipe Afonso. Não se entregou a turma madeirense e já em tempo de compensação (90+4’) conseguiu de novo a igualdade no marcador, que foi prémio para o seu labor num jogo em que se defrontaram talvez as duas melhores equipas da série. Esteve em realce o guardião Cleiton, que, em ao longo de todo o encontro, com intervenções valiosas, inviabilizou que as suas redes fossem tocadas, mais vezes. Foi preciso esperarar pelo tempo de compensação, para que a formação do Caniçal, arrancasse um ponto, que do mal o menos, mas que se ajusta em pleno ao que se passou neste encontro Não estando nos seus melhores dias, a equipa madeirense levou a água ao seu moinho, jogando em contenção e saindo em contra-ataque. Contudo, assistiu-se a um jogo algo incaracterístico, no primeiro tempo, que não agradou nem a gregos nem a troianos. No segundo tempo, melhorou substancialmente o desempenho das duas equipas, assistindo-se agora a um jogo mais vivo e interessante, com o Cacém a ter maior predominância atacante, que a defensiva madeirense ia anulando. Ao minuto 62, num contra-ataque, o Caniçal adiantou-se no marcador, com um golo de André Costa, bem posicionado no interior da área contrária. A resposta dos donos da casa não se fez esperar e, à passagem do minuto 74, igualou a contenda na sequência de um canto, num cabeceamento de Pedro Andrade. Assistiu-se então a uma maior predominância atacante dos donos da casa, que se adiantaram no marcador, a cinco minutos do fim, com um golo espectacular de Filipe Afonso. Não se entregou a turma madeirense e já em tempo de compensação (90+4’) conseguiu de novo a igualdade no marcador, que foi prémio para o seu labor num jogo em que se defrontaram talvez as duas melhores equipas da série. Esteve em realce o guardião Cleiton, que, em ao longo de todo o encontro, com intervenções valiosas, inviabilizou que as suas redes fossem tocadas, mais vezes. |