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Apostar e vencer . . .

Igreja Nova-0 - Camacha-2 criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
Escrito por Aportal   
07-Mar-2010
Forasteiros mais certos com os pontos 
Estádio Municipal Venda do Pinheiro – Venda do Pinheiro.
Árbitro: Paulo Rodrigues (Braga) Auxiliares José Carlos e João Cardoso.
IGREJA NOVA-André Martins, Jorge Almeida, João Paulo, Daniel, Runa, Pinheiro (cap.), Ricardo (Sidy, 74’), Janota (Adérito, 53’), Camará (Serginho, 53’), Pedro Augusto e Manuel.
Treinador: Rui Paulo.
Suplentes não utilizados: Formiga e Kadu.
CAMACHA-Cortes, Paulinho, Celso, Agrela (cap.), Carlos Manuel, Rogerinho (Joel Santos, 75’), Dally (Geufer, 82’), Pita, Custódio, Nivaldo e Marco (Evandro, 68’).
Treinador: Prof. José Barros.
Suplentes não utilizados: Fábio, António e José Paulo.
Disciplina: cartões amarelos a Pita (39’), Jorge Almeida (52’) e Agrela (65’).
Golos: Dally (1´) e Marco (32’).
 
O Igreja Nova recebeu em casa emprestada (na Venda do Pinheiro) os madeirenses da Camacha.
Os visitados em situação algo complicada na tabela classificativa quanto à despromoção, e os visitantes um pouco melhor, com cinco pontos de vantagem e dois encontros a menos que lhes poderá dar uma folga maior na pontuação.
O encontro começou com cerca de 35’ de atraso devido à falta de abertura das cabines do campo e cujo motivo não conseguimos discernir.
Se a situação do Igreja Nova era complicada antes deste encontro, mais se complicou logo ao primeiro minuto de jogo pois na sequência dum pontapé de canto e vários ressaltos dentro da área Dally rematou rasteiro e assim obteve o golo inaugural para os insulares.
A reacção dos locais fazia-se sem grande convicção e foram os madeirenses que à passagem do minuto 17, quase chegaram ao golo na sequência de um livre finalizado de cabeça por Paulinho que proporcionou defesa atenta do guardião da casa.
Dominava territorialmente o jogo a turma da Madeira face à impotência atacante dos contrários e assim, foi sem espanto que os camachenses chegaram ao segundo golo, decorria o minuto 32, após um centro bem medido de Rogerinho e concluído por Marco sem marcação no interior da área.
Até ao intervalo nada se alterou, não só no marcador, bem como no domínio visitante bem evidente.
Para o segundo tempo esperava-se que o Igreja Nova alterasse algo no seu modo de encarar o antagonista. Mais se enraizou esse pensamento após duas alterações no “onze” visitado passados poucos minutos de jogo no segundo período; Assim o jogo passou a ser mais repartido por todo o terreno defensivo do Camacha que dispondo os seu elementos bem distribuídos iam coarctando as iniciativas contrárias, respondendo em contra-ataques na tentativa de apanhar em contra pé o seu antagonista.
Quase o conseguiu, ao minuto 77, numa iniciativa de Evandro que rematou raso, fazendo o esférico roçar o poste esquerdo da baliza à guarda de André Martins.
Foi assim decorrendo o tempo de jogo, por vezes monotonamente, até ao minuto 90, em que se observou um falhanço defensivo dos igrejanovenses resolvido pelo seu guardião com uma boa defesa.
Terminou assim um jogo em que os visitantes mostraram superioridade face a este antagonista que foi incapaz de em todo o jogo criar oportunidades e tão pouco chegar às imediações das redes insulares sem ser em bolas paradas.
Rui Paulo (treinador do Igreja Nova):”Mais uma vez, será a quinta, que aqui conseguimos sofrer um golo nos primeiros minutos. Face ao excelente jogo que o Camacha fez é quase impossível reverter a situação. Depois do segundo golo mais complicado se tornou até pela falta de jogadores no banco”.
Prof. José Barros (treinador do Camacha):”Fizemos um jogo muito inteligente. Conseguimos uma vitória inteiramente justa, em mais um passo rumo à manutenção e, portanto, os jogadores estão de parabéns pelo que fizeram e pela seriedade que tiveram neste jogo”.
 
 
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