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Apostar e vencer . . .

Real-1 - Nacional-1 (Juniores) criar PDF versão para impressão enviar por e-mail
Escrito por Aportal   
06-Mar-2010
Complexo Desp. Do Real, campo 2 (sintético) – Massamá.
Árbitro: André Narciso (Setúbal) Auxiliares António Traguedo e Alexandre Rodrigues.
REAL-Pedro Silva, Luís Coelho, João Araújo, Carlos Lima (cap.) (Edgar, 65’), Flaviano, Mamadu, Tiago Nogueira, Timóteo (Roque, 45’), Ventura, Fortes e Luís Oliveira (Saviola, 65’). 
Treinador: João Silva.
Suplentes não utilizados: João Ascenso, Fábio, Nélio e Ilmo.
NACIONAL-Moreira, Wilson, Ricardo Fernandes (cap.), João Miguel, Michael, Paulinho (Manica, 69’), Kevin (Nuno Andrade, 56’), Barreto, Abel, Nuno Oliveira e Magno.
Treinador: Ivo Vieira.
Suplentes não utilizados: Cristóvão, António, Zézinho e Tomás.
Disciplina: cartões amarelos a João Araújo (74’), Wilson (76’) e Tiago Nogueira (81’).
Golos: Abel (26’) e Fortes (71’
                                              
O Real recebeu a turma madeirense do Nacional sem grandes preocupações classificativas, pois posiciona-se a meio da tabela e suficientemente distante das posições de despromoção que lhes dá um estado de espírito desanuviado, propício a um jogo descontraído.
Ao invés, os madeirenses com um jogo a menos (por adiamento) encontram-se em quarto lugar, a sete pontos do terceiro, numa luta particular e regional com o Marítimo pela supremacia insular.
Desde os primeiros instantes do encontro que a turma do Nacional se posicionou no meio terreno da equipa da casa e logo ao primeiro minuto poderia ter-se adiantado no marcador, contudo, João Miguel não conseguiu desfeitear o guardião Pedro Silva.
A reacção veio ao minuto sete por intermédio de Mamadu mas o cabeceamento fez a bola sair ao lado.
Após este susto os insulares tomaram conta do jogo, não só em domínio territorial mas na construção de jogadas que poderiam dar golo, porém, assistiu-se a consecutivos desperdícios na finalização, aos oito e dez minutos, por João Miguel que assim foi adiando a marcação do golo para as suas cores.
Finalmente ao minuto 26, num lance caricato os madeirenses tomaram avanço no marcador, após um atraso algo deficiente dum defensor da casa para o seu guarda-redes, este atrapalhou-se com o esférico aproveitado por Abel para empurrar a bola para as redes desertas.
Até final da primeira parte, mais duas soberanas oportunidades para aumentar o marcador desperdiçaram os insulares.
Aos 32 minutos, Paulinho rematou em arco ao lado e cinco minutos depois, João Miguel cabeceou para fora.
Terminou assim a primeira parte em que os visitantes a si devem apenas ter um golo de avanço, perante uma equipa que neste primeiro período apenas se acercou da área contrária na sequência de bolas paradas.
No segundo tempo, o técnico do Real colocou no jogo um elemento fresco e alterou o seu esquema de jogo com apenas três defesas o que lhe proporcionou um maior equilíbrio territorial face a um antagonista que se propôs apenas em gerir a vantagem saindo apenas em contra-ataques que lhe proporcionou um remate à barra na transformação de um livre frontal por intermédio Ricardo Fernandes decorria o minuto 50.
A insistência atacante dos visitados deu “frutos” ao minuto 71, com Fortes dentro da área a rodopiar e rematar para o golo do empate.
Assistia-se agora a um jogo aberto de parada e resposta e ao minuto 79, novamente os madeirenses na sequência de um canto, poderiam ter-se adiantado no marcador, contudo, o cabeceamento de Wilson levou a bola à barra.
Até final o resultado não se alterou apesar de uma e outra equipa terem oportunidade para o fazer, ao minuto 83, na sequência de um canto, Ricardo Fernandes de cabeça proporcionou a “defesa da tarde” ao guardião Pedro Silva e, passados três minutos, na baliza contrária, Roque isolado rematou por cima da barra.
 
João Silva (treinador do Real):” Boa equipa a jogar bem, o Nacional. Só tinha perdido quatro vezes. Sofremos um golo meio ridículo. Na segunda parte mudámos o sistema de jogo e embora o Nacional tenha enviado uma bola à barra, penso que fomos melhores chegámos ao empate e se calhar poderíamos ter ganho”.
Ivo Vieira (treinador do Nacional):” Para além da falta de concretização poderíamos estar a ganhar por quatro ou cinco a zero à primeira parte. Fizemos um golo por erro grosseiro do guarda-redes. Não tivemos qualidade para fazer os golos. O Nacional foi sempre melhor mas o problema vem já de longe e será meu ou falta de qualidade dos jogadores”.
 
 
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